Estatuto

Criação e Aprovação

Na Atual legislação canônica da Igreja o Conselho de Pastoral e o Conselho Econômico (Câns. 536 e 357) são organismos que prestam assessoria ao Pároco no desempenho do seu ofício. Estes organismos devem agir de acordo com o que estabelece o Código do Direito Canônico e sob a presidência do Pároco. São organismos apenas consultivos. O Pároco, somente ele, é que representa a Paróquia e responde por ela perante a sociedade civil (Cân. 532).

Feitas estas considerações, aprovo o presente estatuto que regerá as atividades do Conselho de Pastoral e do Conselho Econômico da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Taguatinga Sul - DF, por um período de 2 (dois) anos e sujeito às modificações que forem Necessárias.

Brasília, 03 de outubro de 2002

Jesus Rocha, Bispo Auxiliar e Vigário Geral


 

Estatuto

ESTATUTO DOS CONSELHOS PASTORAL E ADMINISTRATIVO DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA TAGUATINGA SUL

TÍTULO I

Da denominação, sede, duração, finalidade, patrimônio, e base territorial

CAPÍTULO I

Da denominação, sede e duração

Art. 1 - Denomina-se Conselho Pastoral Paroquial, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, doravante denominado CPP, o órgão que planeja, organiza e coordena a participação de todos os paroquianos: leigos e clérigos, nas atividades pastorais da Paróquia.

Art. 2 - Denomina-se Conselho Administrativo Paroquial, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, doravante denominado CAP, o órqão que planeja, organiza e coordena a participação de todos os paroquianos: leigos e clérigos, nas atividades administrativas da Paróquia.

Art. 3 - Os Conselhos Pastoral e Administrativo terão sua sede na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, localizada na, Area Especial 03, Setor “D” em Taguatinga Sul e sua duração é por tempo indeterminado.

CAPÍTULO II

Da finalidade, do patrimônio e da base territorial

Art. 4 - O CPP tem porfinalidade:

§ único - Assessorar o Pároco em suas tarefas de

natureza pastoral, dentro de uma dimensão missionária.

Art. 5 - O CAP tem por finalidade:

§ único - Assessorar o Pároco em suas tarefas de natureza administrativa, segundo as normas do Código de Direito Canônico e, sempre que possível, a legislação vigente no local.

Art. 6 - Os Conselhos não têm fins lucrativos e não podem constituir patrimônio próprio.

§ único Nenhum membro dos Conselhos será remunerado pelo exercício de seu mandato, sendo, porém, considerados relevantes os seus serviços.

Art. 7 - Os Conselhos têm como base territorial o mesmo da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

§ único - Os Conselhos não poderão representar o Pároco, perante seus superiores hierárquicos e nem perante a sociedade civil no exercício do seu ofício, em ações que somente competem ao sacerdote.

Art. 8 - Os Conselhos terão somente voto consultivo, regido pelas normas estatuídas pelo Bispo diocesano e pelo Código de Direito Canônico.

TÍTULO II

Da competência, composição e das atribuições

CAPÍTULO I

DA COMPETÊNCIA

Art. 9 - Ao CPP compete:

I) Promover a formação humana, doutrinal, moral e espiritual dos fiéis, mediante a evangelização, catequese, liturgia e serviço da caridade dentro de uma dimensão missionária de acordo com as orientações da Arquidiocese.

II) Incentivar e avaliar a assistênca social e a promoção humana, segundo a doutrina e os documentos da Igreja.

III) Ser fermento, sal e luz para que a Paróquia se torne uma verdadeira comunidade de fé, de culto e de amor cristão.

IV) Coordenar, incentivar e incrementar a corresponsabilidade e a participação ativa dos paroquianos, na condução das Pastorais, Movimentos, Serviços e Coordenações de Setores, doravante denominado por PMSCs, respeitando a índole de cada um.

V) Assessorar o Pároco na indicação de dirigentes de PMSCs.

VI) Reunir-se com os dirigentes de PMSCs sob a presidência do Pároco, mensal ou quinzenalmente, para programar trabalhos, transmitir diretrizes, definir responsabilidades, acompanhar e avaliar a execução das atividades.

VII) Elaborar o Plano Anual de Ação Evangelizadora da Paróquia que será examinado e aprovado pelo Pároco.

VIII) Elaborar o Calendário Anual das atividades de PMSCs após consolidar as solicitações apresentadas.

IX) Avaliar com critério as eventuais alterações ou propostas que se tenham revelado necessárias no calendário, após sua aprovação.

X) Acompanhar, sempre que possível sob a orientação do Pároco, a realização das atividades de PMSCs.

Art. 10 - Ao CAP compete:

I) Assessorar o Pároco em suas tarefas de natureza administrativa.

II) Assessorar o Pároco na elaboração de projetos, metas, distribuição de encargos e administração dos recursos financeiros, humanos e patrimoniais da Paróquia, observadas as diretrizes estabelecidas pela Arquidiocese, segundo o cânone 1282.

”Todos os que participam por título legítimo, clérigos ou leigos, na administração dos bens eclesiásticos, devem cumprir seus encargos em nome da Igreja, de acordo com o direito.”

III) Cumprir seus encargos observando rigidamente as diretrizes apresentadas no cânone 1284.

“Todos os administradores são obrigados a cumprir seu encargo com a diligência de um bom pai de família.

§ 2. Devem, portanto:

1°- velar para que os bens confiados a seu cuidado não venham, de algum modo, a perecer ou sofrer dano, fazendo para esse fim contratos de seguro, quando

necessário;

2°- cuidar que a propriedade dos bens eclesiásticos seja garantida de modo civicamente válido;

3°- observar as prescrições do direito canônico e do direito civil, ou impostas pelo fundador, pelo doador ou pela legítima autoridade, e principalmente cuidar que a

Igreja não sofra danos pela inobservância das leis civis;

4°- exigir cuidadosamente no tempo devido os réditos e proventos dos bens, conservá-los com segurança e empregá-los segundo a intenção do fundador ou

segundo as normas legítimas;

5°- pagar, nos prazos estabelecidos, juros devidos por empréstimos ou hipotecas, e providenciar oportunamente a restituição do capital;

6°- aplicar, para os fins da pessoa jurídica, com o consentimento do Ordinário, o dinheiro remanescente das despesas que possa ser investido vantajosamente;

7°- ter em boa ordem os livros das entradas e saídas;

8°- preparar, no final de cada ano, a prestação de contas da administração;

9°- organizar devidamente e arquivar conveniente e adequadamente os documentos e instrumentos em que se fundam os direitos da Igreja ou do instituto, no que se

refere aos bens; guardar cópias autênticas no arquivo da cúria, onde seja possível fazê-lo comodamente.”

§3. Recomenda-se insistentemente aos administradores que preparem cada ano a previsão orçamentária das entradas e saídas; o direito particular pode prescrevê-la e determinar mais exatamente o modo como deve ser apresentada.

 

IV) Organizar e manter o almoxarifado da Paróquia.

V) Assessorar o Pároco na administração dos bens da Paróquia.

VI) Propor soluções para os problemas administrativos, econômicos e financeiros da Paróquia

VII) Reunir-se sob a presidência do Pároco, quando necessário, com os dirigentes de PMSCs, para tratar de assuntos ligados à administração ou às finanças paroquíais.

VIII) Responsabilizar-se pelo almoxarifado e pelo Arquivo documental da Paróquia.

IX) Elaborar o Plano Diretor de Obras da Paróquia, submetendo-o à aprovação do Conselho.

X) Zelar pela fiel execução do Plano Diretor de Obras, após sua aprovação.

 

Art. 11.- Compete aos Conselhos:

I) Avaliar os relatórios dos Coordenadores de Pastorais e Movimentos.

II) Organizar e dirigir a Assembléia Geral Anual dos paroquianos.

III) Organizar e apresentar um relatório das atividades desenvolvidas na Paróquia durante o ano, na Assembléia Geral.

IV) Organizar o calendário anual das atividades da Paróquia.

V) Apresentar ao Pároco, no início de cada mandato, uma lista com os nomes, para que ele escolha quem ocupará os cargos de: Coordenador, Vice-Coordenador, 1° Secretário e 2° Secretário, do seu próximo Conselho.

 

Art. 12 - É vedado aos Conselhos, no todo ou em parte, constituir-se ou manter-se com personalidade jurídica própria ou independente, bem como constituir administração econômico-financeira paralela ou separada da Paróquia ou da Mitra Arquidiocesana.

 

Art. 13 - Integram os Conselhos:

I) Membros natos, composto pelo: Pároco, os sacerdotes, religiosos/as e diáconos com atuação permanente na Paróquia.

II) Membros convidados pelo Pároco totalizando um número máximo de doze.

 

Art. 14 - A composição dos Conselhos é a seguinte:

Conselho Pastoral Paroquial (CPP):

- Presidente: Pároco Durvano A. Dourado Porto, OCS 

- Pe. Rosemar Oliveira da Costa, OCS 

- Pe. Adão Albino Caetano, OCS

 

 

Conselho Administrativo Paroquial (CAP):

- Presidente: Pároco Durvano A. Dourado Porto, OCS

- Pe. Rosemar Oliveira da Costa, OCS

- Pe. Adão Albino Caetano, OCS

 

 

CAPÍTULO III

Das atribuições

SEÇÃO I

Da presidência

 

Art. 15 - A presidência dos Conselhos é sempre exercida pelo Pároco.

 

Art. 16 São atribuições exclusivas do presidente:

 

I) Presidiras reuniões dos Conselhos,

II) Dar a última palavra, nas decisões dos Conselhos;

III) Invalidar decisões tomadas em reunião sem a sua presença ou de seu representante legal;

IV) Vetar decisões dos Conselhos, registrando em ata as razões de seu veto, exceto quando de

foro íntimo;

V) Convidar outros paroquianos para participarem de reuniões e Assembléias dos Conselhos, quando julgar necessário;

VI) Rejeitar nomes indicados para os Conselhos;

VII) Propor a recondução de membros dos Conselhos;

VIII) Escolher os membros que formarão o CPP e o CAP,

IX) Escolher os dirigentes de PMSCs e empossã-los;

X) Escolher a Equipe de Coordenação dos eventos festivos, religiosos e sociais da Paróquia;

XI) Exonerar membros dos Conselhos

XII) Escolher o Coordenador, Vice-Coordenador, 1° e 2° Secretários dos Conselhos;

XIII) Representar a Paróquia em todos os atos perante a Cúria Arquidiocesana, a Congregação e o Poder Público.

 

§ único - A atribuição de que trata o inciso IX do presente artigo não se aplica a Movimentos,

Pastorais ou Serviços que tenham a escolha de seus dirigentes determinada em regulamento

próprio, a critério do Presidente.

 

SECÃO II

Da vice-presidência

 

Art. 17 - A vice-presidência dos Conselhos é sempre exercida pelo Vigário Paroquial ou na falta deste, por outro sacerdote em exercício na Paróquia, que tenha função de auxiliar o Pároco

§ 1° O Vigário ou, na sua falta, o sacerdote auxiliar do Pároco tem voto com efeito somatório.

§ 20 - No caso de não existir na Paróquia outro sacerdote além do Pároco, a função de vice-presidente do Conselho será declarada vaga.

Art, 18 - São atribuições do Vice-Presidente:

I) Substituir o Presidente, em seus impedimentos;

II) Cooperar com o Presidente, na condução dos trabalhos;

III) Participar das reuniões ordinárias e extraordinárias dos Conselhos.

 

SEÇÃO III

Do coordenador

Art. 19 - São atribuições do Coordenador dos Conselhos:

 

I) Convocar e coordenar, de comum acordo com o Pároco, ou por solicitação de um terço dos membros dos Conselhos, as reuniões ordinárias e extraordinárias, além da Assembléia Anual dos Paroquianos;

II) Assessorar o Pároco na tomada de decisões sobre assuntos inerentes aos respectivos Conselhos;

III) Promover a harmonia entre todos os dirigentes de PMSCs, procurando atendê-los em seus trabalhos, visando um bom desempenho e crescimento cristão em suas áreas;

IV) Coordenar os planos e atividades dos setores e equipes, pertinente a seus Conselhos;

V) Desempenhar outras atribuições que vierem a ser fixadas em assembléia e homologadas pelo Presidente dos Conselhos.

 

§ 1º - São atribuições específicas do Coordenador do CPP:

I) Participar com o Pároco, na coordenação da elaboração do Plano Pastoral e submetê-lo a aprovação do CPP;

II) Participar das reuniões da área pastoral, cultivando o sentido (espírito) da Arquidiocese;

III) Assistir ao Pároco na coordenação do apostolado dos leigos

§ 2° São atribuições específicas do Coordenador do CAP:

 

I) Participar com o Pároco, na coordenação da elaboração do Plano Administrativo, Econômico e Financeiro da Paróquia e suhmetê lo a aprovação do CAP,

II) Participar das reuniões da área Administrativa, Econômica e Financeira

III) Assistir dO Pároco na coordenação das atividades Administrativas, Econômicas e Financeiras da Paróquia, observando as exigências atuais de ordem jurídico --ca n ô nica

IV) Exercer a função de Tesoureiro da Paróquia

 

SEÇÃO IV

Do vice-coordenador

Art. 20 São atribuições do Vice Coordenador.

I) Colaborar com o Coordenador na execução dos tra ba 1h os

II) Substituir o Coordenador na sua ausência, temporária ou definitivamente, por

impedimento, renúncia ou exoneração, cabendo-lhe, nas duas última hipóteses, exercer o mandato no período para o qual tenha sido nomeado, e procedendo a escolha de novo vice coordenador, entre os membros do próprio conselho

 

SEÇÃO V

Do primeiro secretário

Art 21 São atribuições do Primeiro Secretário.

I) Secretariar os trabalhos em todas as reuniões ordiriárias e extraordinárias dos Conselhos e da Assembléia Geral, lavrando e procedendo à leitura das respectivas atas e relatórios;

II) Redigir a ata de cada reunião e submetê-la à aprovação dos demais membros, na reunião seguinte;

III) Responsabilizar-se pela correspondência do Conselho;

IV) Elaborar o relatório geral do Conselho e apresentá-lo sucintamente, na Assembléia Geral;

V) Assinar, com o Coordenador o expediente do Conselho;

VI) Manter em boa guarda e segurança os livros e papéis do Conselho,

VII) Receber os relatórios de PMSCs e elaborar, sob orientação do Pároco e do Coordenador, o relatório das atividades da Paróquia, observando o modelo próprio da Arquidiocese, e, após a aprovação do mesmo pelo respectivo Conselho, remetê-lo à Cúria Metropolitana.

 

SEÇÃO I

Do segundo secretário

Art. 22 São atribuições do Segundo Secretário:

I) Participar de todas as reuniões ordinárias e extraordinárias do Conselho,

II) Substituir o primeiro secretário em sua ausência temporária ou definitiva, procedendo-se, nesta hipótese, à eleição de um novo segundo secretário, escolhido entre os membros do próprio Conselho

 

TÍTULO III

Da assembléia geral, da formação e posse do CPP, CAP e das reuniões

CAPÍTULO I

Da assembléia geral

Art. 23 Uma vez por ano, no tinal do segundo semestre, haverá Assembléia Geral Ordinária, da qual participarão, todos os membros dos Conselhos e o dirigente de cada PMSCs, e de todos os paroquianos que participam da vida paroquial e tenham completado dezesseis anos de idade.

Art. 24 A Assembléia Geral Ordinária será convocada com antecedência mínima de sessenta dias, por todos os meios de comunicação disponíveis, mesmo considerando-se que consta do calendário anual de atividades da Paróquia, e será legalmente instalada, em primeira convocação, quando estiver presente a metade mais um dos convidados em pleno gozo de seus direitos, e, em segunda convocação, trinta minutos após, com qualquer número.

Art. 25 A Assembléia Geral Ordinária tem por finalidade.

I) Proporcionar à comunidade paroquial, uma prestação de contas sobre as atividades desenvolvidas pelos Conselhos, durante o ano em curso;

II) Submeter à apreciação dos presentes, de forma sucinta, o Plano de Ação Evangelizadora e o Plano Diretor de Obras, para o ano seguinte;

III) Apresentar novos dirigentes de PMSCs;

IV) Conceder aos participantes, oportunidades para apresentação de críticas, sugestões ou relatos de fatos que mereçam apreciação do Conselho;

V) Aprovar o regimento interno do CPP e do CAP;

VI) Propor convocação de Assembléia Geral Extraordinária, para apreciação de sugestões de alterações no Regimento Interno;

VII) Apresentar sugestões para a composição dos Conselhos.

 

Art. 26 Até quinze dias antes da data estabelecda para a Assembléia, todas as PMSCs apresentarão, aos Conselhos, um relatório de suas atividades durante o ano em curso Os Conselheiros do CPP e CAP apresentarão o seu relatório diretamente à secretaria dos respectivos Conselhos.

Art. 27 A Assembléia será sempre precedida de uma palestra que vise ao aprofundamento espiritual dos participantes.

Art. 28 As resoluções tomadas pela Assembléia deverão ser amplamente divulgadas em boletim, jornal paroquial, jornal mural e durante as missas.

 

CAPÍTULO II

SEÇÃO I

Da formação e posse dos conselhos

Art 29 A cada três anos serão tormados e empossados os novos Conselhos CPP e CAF conforme previsto no inciso VIII, do artigo 16°, do presente estatuto.

Art. 30 O Presidente, e somente ele, poderá propor a permanência de um ou de todos os membros dos Conselhos.

Art. 31 - A posse de todos os membros dos novos Conselhos, será no Domingo seguinte à sua formação, na celebração de uma das missas

Art. 32 O período entre a formação e a posse, continuará sob responsabilidade dos Conselhos em exercício, servindo para a transmissão de experiências e planejamento das atividades do ano seguinte.

 

SEÇÃO II

Da formação e posse do CPP

Art. 33 Os fiéis, em plena comunhão com a Igreja Católica, quer sejam membros de Institutos de Vida Consagrada ou leigos pertencentes à PMSC5 que se distingam por uma fé sólida, bons costumes, prudência, poderão ter seus nomes sugeridos pela Assembléia Geral, para, a critério do Pároco, formarem o futuro CPP.

 

SEÇÃO III

Da formação e posse do CAP

Art. 34 Os fiéis, leigos, em plena comunhão com a Igreja Católica, com expressiva capacidade: administrativa, econâmica e/ou financeira, que se distingam por uma vida de fé sólida, bons costumes e prudência, poderão ter seus nomes sugeridos pela Assembléia Geral,para formarem o futuro CAP.

§ 1° Deverão ser nomeados pelo Pároco.

§ 2° Antes da posse e início do desempenho da função, deverão cumprir o disposto no cânone 1283.

“Antes que os administradores iniciem o desempenho de seu encargo:

1°- devem prometer, com juramento diante do Ordinário ou de seu delegado, que administrarão exata e fielmente;

2°- deve-se redigir um inventário exato e particularizado, assinado por eles, das coisas imóveis, móveis preciosas ou de certo valor cultural, e das outras, com respectiva

descrição e avaliação; o inventário já redigido seja revisto;

3°- conserve-se um exemplar desse inventário no arquivo da administração e o outro no arquivo da cúria; anote-se em ambos qualquer mudança que afete o

patrimônio.”

 

CAPÍTULO III

Das reuniões

Art. 35 Os Conselhos, referindo-se tanto ao CPP como ao CAP, deverão obrigatoriamente, realizar pelo menos uma reunião mensal, com data e horário previamente estabelecidos.

§ único - O local das reuniões será sempre em uma das salas do conjunto paroquial, e na sua eventual impossibilidade, na residência de um de seus membros

Art. 36 - Qualquer um dos Conselhos deverá reunir-se extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente

Art. 37 - Não serão expedidos comunicados para as reuniões ordinárias, mas somente para as extraordinárias, ficando tal tarefa a cargo dos responsáveis pela convocação conforme item I do artigo 19 deste estatuto.

Art. 38 - Em Segunda convocação, estando presente o Presidente e pelo menos dois convocadores, os Conselhos poderão tomar decisões em reuniões extraordinárias.

Art, 39 - Todas as decisões dos Conselhos, em reuniões ordinárias ou extraordinárias, serão tomadas por maioria simples.

§ único O Presidente poderá vetar a decisão da maioria, tomada nos Conselhos, desde que o faça expressamente, registrado em ata a razão do veto, exceto quando tratar-se de foro íntimo.

Art. 40 - Será lavrada em livro próprio, uma ata de cada reunião dos Conselhos.

§ único - Na eventual ausência do 1° e 2° Secretários, o Presidente nomeará para a reunião um Secretário “ad doc”.

 

TÍTULO IV

Das pastorais, dos movimentos, serviços, das coordenações de setores e integração de PMSCs.

CAPÍTULO I

Da organização de pastorais, movimentos, serviços e

coordenações de setores

 

Art. 41 - Cada PMSCs terá um dirigente escolhido ou aprovado pelo Pároco

§ 1° - O CPP assessorará o Pároco na indicação de nomes para dirigir PMSCS

§ 2° O Pároco poderá aceitar ou rejeitar os nomes indicados, bem como dispensar dirigente cujo desempenho não considere satisfatório no que se refere à comunhão e participação ou por outras razões.

§ 3° O mandato dos dirigentes será de três anos e poderá ser prorrogado apenas uma vez, por igual período.

§ 4°- O dirigente que precisar deixar o cargo, antes do término do mandato, deverá comunicar o fato, por escrito, ao Presidente do CPP, com antecedência mínima de trinta dias ou em qualquer tempo, por motivo de força maior

§ 5° - O substituto, escolhido pelo Pároco, completará o mandato do substituido.

§ 6° - A posse dos dirigentes será simultânea com a dos membros dos novos Conselhos ou em qualquer data, nos casos previstos nos § 2° e § 4°, do presente artigo

§ 7°. O ato de posse dos dirigentes será formalizado mediante registro no livro de ata.

 

Art. 42 . PMSCs, que eventualmente ou por atribuições de desempenho, realizarm movimentação financeira, deverão elaborar monstrativos de receita e despesa, acompanhados dos respectivos comprovantes, entregando-os ao CAP até o décimo dia após a movimentação.

§ 1º . No caso em que a movimentação financeira, resulte de um evento, o correspondente demonstrativo deverá ser apresentado até dez dias após sua realização.

§ 2° Todo saldo, seja qual for sua origem, será entregue ao CAP, para depósito na conta corrente da Paróquia, no máximo dez dias após o evento.

§ 3º . O balancete mensal da Paróquia especificará os valores vinculados em função do previsto no parágrafo anterior.

 

CAPÍTULO II

Da integração das PMSCs

Art. 43 Os membros do CPP envidarão todos os esforços para fomentar a unidade de PMSC5, buscando uma crescente comunhão entre os paroquianos.

§ único - Para tanto, empenhar-se-ão na integração de atividades afins, para evitar dispersão de esforços e obter uniformidade de procedimentos.

Art. 44 Todo e qualquer trabalho das PMSCs terá dimensão essencialmente evangelizadora e missionária para.

I) Aumentar o compromisso dos cristãos;

II) Integrar novos membros e reintegrar à comunidade os

que estão afastados,

III) Transformar a Paróquia em centro de espiritualidade, de gestos concretos marcados pela solidariedade, comunhão e participação.

 

TÍTULO V

Das disposições gerais

Art. 45 Somente pessoas católicas, poderão integrar os Conselhos, não sendo impositivo que residam no território paroquial, desde que, por opção, se identifiquem como paroquianos.

Art. 46 Toda campanha destinada a obter recursos para a realização de obras ou aquisição de material deverá ser previamente aprovada pelo CAP que poderá ser assessorado por uma equipe escolhida pelo mesmo, juntamente com o Pároco.

Art. 47 Este Regimento poderá ser alterado mediante propostas váveis da maioria dos membros dos Conselhos ou dos dirigentes de PMSCs apresentadas em Assembléia Geral.

§ único No caso de propostas apresentadas com o caráter de urgência, em qualquer tempo, o Presidente dos Conselhos convocará Assembléia Geral Extraordinária, especialmente para apreciálas.

Art. 48 Na ocorrência do disposto no inciso Xl do artigo 16 do presente Regimento, o Presidente, após consulta aos Conselhos, escolherá o substituto do membro exonerado.

Art 49 Esse Regimento entrará em vigor após ser aprovado pelo Bispo.

§ único - Uma cópia deste Regimento será enviada a Cúria Arquidiocesana.


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Calendário Paroquial 2017

Homilia

Como foste fiel na administração de tão pouco, vem participar de minha alegria.
Evangelho - Mt 25,14-30 - 19/11/2017 - Pe. Durvano Ap. Dourado Porto - pároco

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